Excelência em
Cardiologia
Intervencionista
A Cardiarte reúne especialistas em Cardiologia Intervencionista, oferecendo um cuidado cardiovascular seguro e individualizado. Da avaliação e planejamento à realização do procedimento e acompanhamento, cada decisão é pensada de acordo com as necessidades de cada paciente, buscando oferecer a melhor estratégia e os melhores resultados.

Quem Somos
Experiência, precisão e tecnologia a serviço do seu coração
Aliamos técnicas minimamente invasivas, equipe experiente e tecnologia avançada para diagnosticar e tratar doenças coronarianas e estruturais do coração com segurança e precisão.Mais de 20 anos de experiência
Resultados sustentados
Tecnologia cardiovascular avançada
Decisão baseada em evidências científicas

Anos de experiência
Vidas
impactadas
Especialistas qualificados
Nossa Filosofia
Cada paciente é único
Nossa atuação é pautada pela:
Atuação Integrada
Trabalho multidisciplinar
Nossa Equipe
Especialistas comprometidos com a excelência cardiovascular
Dr. Ricardo Lasevitch
Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista
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Dra. Denise Machado de Oliveira Pellegrini
Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista
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Dr. Ricardo Czarnobai Soccol
Cardiologia Intervencionista e Estrutural
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Dra. Nathália Saraiva Alberton
Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista
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Procedimentos
Procedimentos realizados
Conheça os principais procedimentos realizados pela equipe:
Procedimento minimamente invasivo realizado por cateter que permite avaliar as artérias coronárias e a anatomia do coração, auxiliando no diagnóstico e no planejamento do tratamento das doenças cardiovasculares.
Indicado para investigação de dor no peito, suspeita ou confirmação de doença arterial coronariana, infarto agudo do miocárdio, avaliação pré-operatória e outras doenças cardiovasculares que necessitem de avaliação invasiva.
Procedimento seguro e minimamente invasivo, que proporciona diagnóstico preciso, rápida recuperação e, na maioria dos casos, alta hospitalar no mesmo dia, permitindo definir a melhor estratégia terapêutica para cada paciente.
Realizado com anestesia local e, quando necessário, sedação leve. Um cateter é conduzido até o coração para obtenção de imagens detalhadas por contraste, com recuperação rápida e retorno precoce às atividades habituais.
Procedimento minimamente invasivo que desobstrui as artérias coronárias por meio da dilatação da lesão com balão e implante de um stent — uma pequena malha metálica que mantém a artéria aberta e preserva o fluxo sanguíneo.
Indicada para pacientes com obstruções significativas das artérias coronárias, responsáveis por angina, infarto agudo do miocárdio ou outras manifestações da doença arterial coronariana.
Restabelece o fluxo sanguíneo para o coração, alivia os sintomas, reduz o risco de infarto e proporciona recuperação rápida, com menor tempo de internação e retorno precoce às atividades.
Realizada por via percutânea, geralmente pela artéria do punho ou da virilha. Após identificar a obstrução, a artéria é dilatada com um balão e, quando indicado, é implantado um stent para manter o vaso aberto e preservar o fluxo sanguíneo de forma duradoura.
Intervenção de urgência que abre a artéria responsável pelo infarto agudo do miocárdio, restaurando o fluxo sanguíneo imediatamente.
Indicada como tratamento de escolha no infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST.
Reduz drasticamente a mortalidade, preserva a função cardíaca e limita o tamanho da área infartada.
Realizada de emergência, 24 horas por dia, por equipe especializada em hemodinâmica.
Substituição Transcateter da Valva Aórtica (TAVI), sem necessidade de cirurgia convencional com abertura do tórax.
Indicado para pacientes com estenose aórtica grave sintomática, após avaliação individualizada pela equipe multidisciplinar especializada, considerando características clínicas e anatômicas.
Recuperação mais rápida, menor tempo de internação e melhora significativa dos sintomas, da capacidade funcional e da sobrevida em pacientes adequadamente selecionados.
A válvula é implantada por cateter, geralmente pela artéria femoral, e posicionada no local da válvula doente para restabelecer o fluxo normal de sangue através do coração.
Conjunto de procedimentos realizados por cateter para o fechamento da Comunicação Interatrial (CIA) e do Forame Oval Patente (FOP), utilizando dispositivos específicos para corrigir a comunicação entre os átrios do coração, sem necessidade de cirurgia convencional.
Indicado para pacientes com Comunicação Interatrial (CIA) significativa, associada à sobrecarga das câmaras direitas do coração, ou com Forame Oval Patente (FOP) relacionado a AVC criptogênico, quando o fechamento percutâneo é considerado a melhor estratégia terapêutica após avaliação individualizada das características clínicas e anatômicas de cada paciente.
Corrige a comunicação entre os átrios, reduz o risco de complicações relacionadas à doença e oferece recuperação rápida, sem necessidade de cirurgia convencional.
O procedimento é realizado por cateter, geralmente pela veia da perna, permitindo o implante de um dispositivo oclusor que promove o fechamento da Comunicação Interatrial (CIA) ou do Forame Oval Patente (FOP), conforme a anatomia e a indicação de cada paciente.
Procedimento percutâneo que fecha o apêndice atrial esquerdo, principal local de formação de coágulos em pacientes com fibrilação atrial não valvar.
Indicado para pacientes com fibrilação atrial não valvar e risco aumentado de AVC, especialmente quando há contraindicação ou elevado risco para o uso prolongado de anticoagulantes orais.
Reduz o risco de AVC, oferecendo uma alternativa à anticoagulação oral contínua em pacientes cuidadosamente selecionados.
Um dispositivo de oclusão é implantado por cateter, geralmente pela veia da perna, promovendo o fechamento do apêndice atrial esquerdo.
Conjunto de procedimentos realizados por cateter para tratar doenças da valva mitral, permitindo seu reparo por meio do Reparo Transcateter Borda a Borda (TEER) ou sua substituição por uma prótese através do Implante Transcateter de Prótese Mitral (TMVR), sem necessidade de cirurgia convencional.
Indicado para pacientes com doença da valva mitral significativa, após avaliação individualizada por equipe especializada.
Reduz os sintomas, melhora a capacidade funcional e, em pacientes adequadamente selecionados, pode reduzir hospitalizações por insuficiência cardíaca e aumentar a sobrevida.
Os procedimentos são realizados por cateter, geralmente pela veia da perna. Conforme a anatomia e a doença da valva, pode ser realizado o reparo com dispositivos que reduzem o refluxo da válvula (TEER) ou sua substituição por uma prótese transcateter (TMVR).
Conjunto de procedimentos realizados por cateter para tratar doenças da valva tricúspide, permitindo seu reparo por meio do Reparo Transcateter Borda a Borda (T-TEER) ou sua substituição por uma prótese através do Implante Transcateter de Prótese Tricúspide (TTVR), sem necessidade de cirurgia convencional.
Indicado para pacientes com insuficiência tricúspide significativa, após avaliação individualizada por equipe especializada, considerando as características clínicas e anatômicas de cada caso.
Reduz os sintomas, melhora a capacidade funcional e oferece uma alternativa minimamente invasiva, com recuperação mais rápida e excelentes resultados em pacientes adequadamente selecionados.
Os procedimentos são realizados por cateter, geralmente pela veia da perna. Conforme a anatomia e a doença da valva, pode ser realizado o reparo com dispositivos que reduzem o refluxo da válvula (T-TEER) ou sua substituição por uma prótese transcateter (TTVR).
Procedimento percutâneo que remove ou reduz a carga de coágulos da artéria pulmonar por meio de cateter, auxiliando no tratamento da embolia pulmonar aguda.
Indicado para pacientes com embolia pulmonar de alto risco ou risco intermediário-alto, criteriosamente selecionados após avaliação por equipe especializada.
Reduz a sobrecarga do coração direito, melhora a circulação pulmonar e favorece a recuperação clínica de forma rápida em pacientes adequadamente selecionados, reduzindo o risco de sangramentos.
Cateteres são introduzidos pela veia da perna até a artéria pulmonar para aspirar ou fragmentar os coágulos, restabelecendo o fluxo sanguíneo.
Procedimento percutâneo que reduz a obstrução da via de saída do ventrículo esquerdo em pacientes com cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva.
Indicado para pacientes com cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva sintomática, apesar do tratamento medicamentoso, e criteriosamente selecionados para terapia de redução septal.
Reduz a obstrução da via de saída do coração, melhora os sintomas, a capacidade funcional e a qualidade de vida, sem necessidade de cirurgia convencional.
Uma pequena quantidade de álcool é injetada, por cateter, na artéria que irriga o septo cardíaco, promovendo redução controlada da obstrução.
Procedimento percutâneo que reduz a atividade dos nervos ao redor das artérias renais por meio de um cateter, auxiliando no controle da pressão arterial.
Indicada para pacientes com hipertensão arterial não controlada, apesar do tratamento medicamentoso e das mudanças no estilo de vida, após avaliação especializada e exclusão de causas secundárias de hipertensão.
Promove redução sustentada da pressão arterial e pode contribuir para diminuir o risco de complicações cardiovasculares relacionadas à hipertensão.
Um cateter é introduzido até as artérias renais, onde são aplicadas fontes de energia para reduzir a atividade dos nervos simpáticos responsáveis por elevar a pressão arterial.
Exame que avalia as pressões e o funcionamento das câmaras direitas do coração e da circulação pulmonar por meio de um cateter introduzido por via venosa.
Indicado para avaliação de hipertensão pulmonar, insuficiência cardíaca, doenças valvares, cardiopatias congênitas e outras condições que necessitem de estudo hemodinâmico invasivo.
Fornece informações hemodinâmicas precisas que auxiliam no diagnóstico, na definição da melhor estratégia terapêutica e no acompanhamento de diversas doenças cardiovasculares.
Realizado por meio de um cateter introduzido por uma veia, geralmente na região do pescoço ou da virilha, permitindo medir as pressões do coração e da circulação pulmonar de forma segura, com rápida recuperação e, na maioria dos casos, alta no mesmo dia.
Tecnologias avançadas de imagem realizadas por cateter que permitem visualizar, em alta definição, o interior das artérias coronárias. O IVUS (Ultrassom Intravascular) utiliza ultrassom para avaliar a parede do vaso e a extensão das placas de aterosclerose, enquanto o OCT (Tomografia de Coerência Óptica) utiliza luz para obter imagens de altíssima resolução das estruturas internas da artéria.
Indicadas para avaliar a gravidade e as características das lesões coronárias, orientar procedimentos complexos e otimizar o implante de stents durante a angioplastia.
Fornecem informações que não são visualizadas na angiografia convencional, aumentando a precisão do diagnóstico, a segurança do procedimento e a qualidade do resultado final da angioplastia.
Um cateter de imagem é introduzido na artéria coronária durante o cateterismo, gerando imagens em tempo real que auxiliam no planejamento, na realização e na confirmação do melhor resultado da angioplastia.
Métodos avançados que avaliam o impacto funcional das obstruções nas artérias coronárias. A FFR (Reserva Fracionada de Fluxo), o iFR (Índice Instantâneo sem Hiperemia) e o RFR (Relação de Fluxo em Repouso) permitem identificar se uma lesão realmente compromete o fluxo sanguíneo para o coração.
Indicados para avaliar a gravidade funcional de obstruções coronárias de grau intermediário, auxiliando na decisão sobre a necessidade de angioplastia ou tratamento clínico.
Permitem um tratamento mais preciso e individualizado, evitando procedimentos desnecessários e direcionando a intervenção apenas para as obstruções que realmente comprometem a circulação do músculo cardíaco.
Durante o cateterismo cardíaco, um fio-guia especial é introduzido na artéria coronária para medir o fluxo e a pressão sanguínea através da lesão. Essas informações permitem determinar, com precisão, a necessidade de tratamento.
Métodos avançados que avaliam o funcionamento da microcirculação do coração, formada por pequenos vasos que não são visualizados no cateterismo convencional. Exames como o IMR (Índice de Resistência Microvascular) e a CFR (Reserva de Fluxo Coronariano) permitem identificar alterações da circulação mesmo quando as grandes artérias coronárias não apresentam obstruções significativas.
Indicada para pacientes com dor no peito, falta de ar ou suspeita de isquemia sem obstruções importantes das artérias coronárias (INOCA/ANOCA), além da investigação de disfunção microvascular e espasmo coronariano.
Permite um diagnóstico mais preciso das alterações da circulação do coração, direcionando um tratamento individualizado e evitando diagnósticos inconclusivos ou tratamentos desnecessários.
Durante o cateterismo cardíaco, um fio-guia especializado é utilizado para medir o fluxo e a resistência da circulação coronariana. Essas informações permitem avaliar o funcionamento da microcirculação e orientar a melhor estratégia terapêutica para cada paciente.
Tecnologia que utiliza ondas de choque para fraturar o cálcio presente na parede das artérias coronárias, facilitando a realização da angioplastia e o implante adequado do stent.
Indicada para pacientes com lesões coronárias gravemente calcificadas que dificultam a adequada expansão do balão ou do stent durante a angioplastia.
Facilita o tratamento de lesões complexas, aumenta a segurança do procedimento e favorece a expansão adequada do stent, proporcionando melhores resultados a longo prazo.
Durante a angioplastia, um cateter com balão específico é posicionado na área calcificada e libera ondas de choque controladas que fragmentam o cálcio, preservando os tecidos adjacentes e permitindo o tratamento da artéria.
Técnica especializada que utiliza dispositivos de alta rotação para modificar placas de cálcio muito rígidas nas artérias coronárias, facilitando a angioplastia e o implante adequado do stent. Pode ser realizada por meio da aterectomia rotacional (Rotablator) ou da aterectomia orbital, conforme as características da lesão.
Indicada para pacientes com lesões coronárias gravemente calcificadas que dificultam a passagem ou a adequada expansão dos dispositivos utilizados durante a angioplastia.
Permite o tratamento de lesões coronárias complexas e gravemente calcificadas, aumentando a segurança do procedimento, favorecendo a adequada expansão do stent e melhores resultados a longo prazo.
Um dispositivo de aterectomia é conduzido por cateter até a artéria coronária para modificar a placa calcificada. A técnica pode utilizar uma microbroca de alta rotação (Rotablator) ou um sistema de rotação orbital, preparando o vaso para a realização da angioplastia e o implante do stent.
Balões especialmente desenvolvidos para modificar placas de aterosclerose resistentes ou calcificadas antes da angioplastia. O Cutting Balloon possui microlâminas que realizam pequenas incisões controladas na placa, enquanto o Scoring Balloon utiliza uma estrutura especial que promove dilatação mais uniforme e controlada da lesão.
Indicados para lesões coronárias resistentes à dilatação convencional, lesões calcificadas selecionadas, reestenose dentro de stents e outras situações em que é necessário otimizar o preparo da artéria antes do tratamento definitivo.
Facilitam o tratamento de lesões complexas, promovem dilatação mais precisa da artéria, favorecem a adequada expansão do stent e contribuem para melhores resultados do procedimento.
Durante a angioplastia, o balão especializado é posicionado na área da obstrução e insuflado de forma controlada para modificar a placa de aterosclerose, preparando a artéria para o implante do stent ou para outras estratégias de tratamento.
Diferenciais
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Mais de 20 anos de experiência em cardiologia intervencionista
Atendimento altamente individualizado e humanizado
Decisão compartilhada em cada etapa do tratamento
Assistência continuada do diagnóstico ao seguimento
Tecnologia de ponta aliada à medicina baseada em evidências
Ética, transparência e compromisso com a segurança

